Técnicos Judiciários independentes do Poder Judiciário da União (PJU) e do MPU lançaram um manifesto de alcance nacional para protestar contra a atuação do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário e do MPU no DF (SINDJUS/DF). O documento expressa uma "crescente insatisfação" com a postura da entidade, que, segundo os autores, não tem defendido adequadamente os interesses do cargo e uma proposta efetiva de "Redução das Assimetrias Salariais".
A ANATECJUS apoia a iniciativa e convoca todos os Técnicos Judiciários do país a assinarem o manifesto, fortalecendo a luta por valorização e justiça salarial.
A crítica à proposta do SINDJUS/DF
O ponto central da insatisfação é a proposta remuneratória aprovada pelo SINDJUS/DF em seu congresso de novembro de 2024. O manifesto "refuta veementemente" este modelo, que sugere alterar a proporção entre Analistas e Técnicos para "100/70" e ampliar a carreira de 13 para 20 níveis.
Segundo os autores do documento, essa proposta "não atende minimamente aos anseios dos Técnicos Judiciários de um equilíbrio maior entre as carreiras".
Os Técnicos criticam o SINDJUS/DF por, supostamente, colocar o maior segmento da categoria em "posição secundária" e favorecer "segmentos específicos menores", como Oficiais de Justiça e servidores de TI. O documento acusa o sindicato de Brasília de atuar com "claro e absoluto desprezo pela maior e principal força de trabalho que sustenta o bom desempenho dos tribunais federais".
A realidade do cargo de Técnico
O manifesto baseia sua argumentação na "profunda transformação" do cargo de Técnico Judiciário, impulsionada pelos avanços tecnológicos. Afirma-se que hoje são exigidas dos ocupantes "atividades de alta complexidade, muito semelhantes e muitas vezes idênticas às atividades dos Analistas".
Essa evolução, segundo o texto, foi legitimada pela "conquista do Nível Superior como requisito para investidura no cargo de Técnico Judiciário, referendada pelo STF".
Apesar disso, a "grande disparidade remuneratória" persiste, gerando "profundo desequilíbrio, desvalorização e descontentamento". O manifesto alerta que os reajustes lineares, como os propostos para 2026-2028, apenas ampliam a diferença salarial nominal, perpetuando a injustiça.
O alerta: "Todos os Técnicos Judiciários perdem!"
O documento cita uma grave advertência feita pelo Dr. Guilherme Guimarães Feliciano, Coordenador do Fórum Permanente de Gestão da Carreira do PJU. Em participação no 1º Encontro de Técnicos de Goiás (ETEC/GO), ele teria afirmado "enfaticamente" que a "falta de um consenso entre FENAJUFE e SINDJUS/DF sobre a sobreposição e a redução da proporção remuneratória… fará com que todos os técnicos judiciários percam!".
Diante deste cenário, os autores fazem um apelo para que o SINDJUS/DF mude sua postura e adote uma defesa "firme, pública e proativa" do cargo de Técnico Judiciário.
Convocação Nacional: Assine o Manifesto!
A mobilização, que começou localmente, agora ganha força nacional. O objetivo é pressionar o SINDJUS/DF, que, "embora seja um sindicato local, exerce forte influência nas decisões que impactam Técnicos Judiciários em todo o Brasil".
O preenchimento do formulário é simples e rápido, levando "menos de 15 segundos". Basta informar nome, órgão e estado.
A ANATECJUS reforça o chamado dos colegas: "Vamos mobilizar com tudo o que temos… Assine, compartilhe com o colega, mobilize o Técnico Judiciário mais quietinho! Vamos à luta!"
A luta é por respeito, valorização e justiça salarial!
Clique para ler e assinar o Manifesto: https://forms.gle/S13c3yNLnUueVHCx6










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